Como abordar o jovem?
A informação correta com orientação especializada é sempre o melhor caminho. Os pais, responsáveis e educadores precisam estar atentos para debater essas questões em casa e no ambiente escolar.
Ter doença mental diagnosticada é o mais importante para avaliar a automutilação, mas existem dois fatores de risco da automutilação que podem ser observados e combatidos, como o uso de drogas e o bullying.
Portanto, esses temas podem e devem ser presentes nas conversas em família e também nos debates nas escolas.
Os professores, caso percebam que a criança e ou o adolescente apresentem sintomas de doenças psiquiátricas, é importante que alertem os pais para que possam buscar ajuda profissional adequada.
Sugerimos abaixo algumas perguntas para guiar a conversa em casa ou na escola:
Você já sentiu vontade de se cortar?
Quando fez esses ferimentos, você pensava em quê?
O que sentia?
Você já sentiu vontade de desaparecer ou morrer?
Quantas vezes você repete esses ferimentos por semana, dia?
A automutilação, assim como todas as doenças psiquiátricas, têm tratamento.
Por isso, busque um psiquiatra.
A informação correta direcionada à população é muito importante para orientar e prevenir o suicídio.
O reconhecimento dos fatores de risco e dos fatores protetores é fundamental e pode ajudar.
Se você acha que está tendo problemas relacionados à sua saúde mental ou conhece alguém que está passando por alguma dificuldade, procure um psiquiatra registrado.
Para maiores informações visite:
https://www.setembroamarelo.com/
Esta é uma página completa com material disponível para auxiliar a todos.
Conte com o apoio do CVV – Centro de Valorização da Vida que realiza apoio emocional e prevenção do suicídio ligando para 188.
O suicídio é uma emergência médica, caso necessite ligue para o SAMU: 192.
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